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🇯🇵Japonês

Como Dizer De Nada em Japonês: 12 Respostas Além de Dō Itashimashite

Por Sandor20 de fevereiro de 20269 min de leitura

Resposta rápida

A resposta de livro é "Dō itashimashite" (どういたしまして, doh ee-tah-shee-mah-shteh), mas a maioria dos japoneses evita usá-la no dia a dia. Em vez disso, desviam o agradecimento com "Iie" (いいえ, não, não), "Tondemo nai desu" (とんでもないです, de jeito nenhum) ou "Kochira koso" (こちらこそ, eu que devo agradecer). Aceitar gratidão diretamente pode soar como exibicionismo na cultura japonesa.

A Resposta Curta

A forma “de livro” de dizer “de nada” em japonês é Dō itashimashite (どういたしまして, doh ee-tah-shee-mah-shteh), mas a maioria dos japoneses quase não usa isso. Em vez disso, eles desviam o agradecimento com respostas como Iie (いいえ, “não, não”), Tondemo nai desu (とんでもないです, “de jeito nenhum”), ou Kochira koso (こちらこそ, “eu que devo agradecer”). Na cultura japonesa, aceitar gratidão de forma direta pode soar como exibicionismo. Por isso, as pessoas minimizam a própria contribuição.

O japonês é falado por aproximadamente 125 milhões de pessoas, segundo os dados de 2024 do Ethnologue. A Pesquisa Nacional de Língua de 2023 da Agência de Assuntos Culturais constatou que respostas que desviam o agradecimento, em vez de aceitá-lo diretamente, são amplamente preferidas em todas as faixas etárias no Japão. Isso faz de “de nada” uma das frases mais reveladoras para estudar. Ela expõe uma diferença fundamental entre estilos de comunicação japoneses e ocidentais. Se você pesquisou “de nada em japonês” para viagem, estudo ou conversa, este guia cobre tudo o que você precisa.

"Em japonês, a resposta preferida a um agradecimento não é aceitar a gratidão, mas negar a própria premissa dela. Isso reflete uma lógica cultural em que o eu é diminuído para preservar a harmonia social."

(Anna Wierzbicka, Cross-Cultural Pragmatics, Mouton de Gruyter, 2003)

Este guia apresenta 12 formas essenciais de responder a agradecimentos em japonês, organizadas por categoria: a resposta de livro, desvios casuais, opções educadas e formais, linguagem de negócios e gratidão mútua. Cada uma inclui escrita japonesa, pronúncia em rōmaji e contexto cultural. Assim, você sabe exatamente quando usar.


Referência Rápida: Expressões Japonesas de “De Nada” em um Relance


A Resposta de Livro

Esta é a frase que todo livro de japonês ensina primeiro. Também é a que falantes nativos menos usam no dia a dia.

どういたしまして (Dō itashimashite)

Educado

/doh ee-tah-shee-mah-shteh/

Significado literal: O que eu fiz? (Não foi nada)

どういたしまして。いつでも声をかけてください。

De nada. Fique à vontade para pedir quando quiser.

🌍

O “de nada” padrão de livro, mas pode soar duro ou formal demais em conversa casual. A maioria dos japoneses prefere alternativas que desviam o agradecimento. Ainda assim, é totalmente correto e sempre entendido.

Dō itashimashite se divide literalmente em (como/o quê) + itashimashite (uma forma humilde de “fazer”). Isso vira algo como “o que eu fiz?”. A ideia é que o favor foi tão pequeno que mal conta. Apesar de ser o padrão de livro, fica num meio-termo estranho. É formal demais para amigos, e em ambientes corporativos bem formais as pessoas usam expressões ainda mais humildes.

Segundo a pesquisa de 2021 da Fundação Japão, dō itashimashite está entre as dez primeiras frases ensinadas às 3,8 milhões de pessoas que estudam japonês no mundo. Mesmo assim, falantes nativos dizem que ela soa um pouco engessada. Isso é ainda mais comum entre pessoas mais jovens. Ela é totalmente correta e sempre entendida. Mas conhecer as alternativas abaixo vai fazer você soar muito mais natural.

💡 Quando Dō Itashimashite Funciona Melhor

Apesar da fama de engessado, dō itashimashite ainda funciona bem em situações claras de atendimento: quando um atendente agradece pela compra, quando um desconhecido agradece por uma informação, ou quando você fala com alguém que não conhece bem. É a opção mais segura e mais universal.


Desvios Casuais

Estas são as respostas que japoneses realmente usam no dia a dia. Todas seguem um princípio: negar que o favor deu qualquer trabalho.

いいえ (Iie)

Educado

/ee-eh/

Significado literal: Não

いいえ、大したことないですよ。

Não, não foi nada.

🌍

Responder com “não” a um agradecimento soa estranho em português (Brasil), mas é uma das respostas mais naturais em japonês. Ela nega com humildade que o favor mereça gratidão. Funciona em contextos casuais e educados.

Dizer “não” quando alguém agradece é o desvio japonês por excelência. Um simples iie (muitas vezes repetido como iie, iie, いいえ、いいえ, com um leve aceno de mão) comunica “não, imagina, não foi nada”. Essa resposta funciona em quase todas as situações. Vai de um amigo agradecendo por um café até um colega agradecendo por você cobrir um turno.

ううん (Uun)

Informal

/oo-oon/

Significado literal: Nada / Não

ううん、気にしないで。

Nada, não se preocupa com isso.

🌍

A versão casual de “iie”. Usada só entre amigos próximos e família. O som nasal alongado é bem casual. Nunca use com superiores ou desconhecidos.

Uun é a contraparte relaxada e casual de iie. Enquanto iie funciona em registros educados e casuais, uun fica restrito a amigos e família. É o tipo de resposta que você dá para um amigo que agradece por você emprestar um guarda-chuva. Soa caloroso, sem formalidade e muito natural.

全然 (Zenzen)

Informal

/zehn-zehn/

Significado literal: De jeito nenhum / Totalmente (não)

全然!むしろ楽しかったよ。

De jeito nenhum! Na verdade, foi divertido.

🌍

Originalmente um advérbio que significa “de jeito nenhum”. Hoje, jovens usam muito como resposta isolada a agradecimentos. Muitas vezes vem com um aceno de mão. Marca geracional, pessoas mais velhas podem achar casual demais.

Zenzen (全然) significa literalmente “completamente”. Tradicionalmente, ele vem com um verbo negativo, como zenzen daijōbu (totalmente ok, ou seja, sem problema nenhum). Mas falantes mais jovens passaram a usar como exclamação isolada. É parecido com responder “tranquilo!” em português (Brasil). Pesquisas da Agência de Assuntos Culturais registraram essa mudança geracional. Elas observam que zenzen sozinho virou uma marca de fala de pessoas com menos de 40 anos.

大丈夫 (Daijōbu)

Informal

/dah-ee-joh-boo/

Significado literal: Está tudo bem / Sem problema

大丈夫だよ!また何かあったら言ってね。

Sem problema! Se precisar de mais alguma coisa, me avisa.

🌍

Uma palavra versátil que significa “ok” ou “sem problema”. Como resposta a agradecimento, ela tranquiliza a outra pessoa. Mostra que o favor não causou incômodo. Comum entre jovens e em ambientes descontraídos.

Daijōbu é uma das palavras mais úteis do japonês. Ela significa “está tudo bem” ou “sem problema”. Como resposta a agradecimento, funciona como “relaxa” em português (Brasil). Ela tranquiliza a pessoa e mostra que você não se incomodou. É casual, mas não é gíria. Por isso, serve para trocas do dia a dia com colegas, conhecidos e amigos.

いいよいいよ (Iiyo iiyo)

Informal

/ee-yoh ee-yoh/

Significado literal: Tá bom, tá bom

いいよいいよ、気にしなくて大丈夫!

Tudo bem, tudo bem, nem se preocupa com isso!

🌍

A repetição dupla adiciona calor e ênfase. Muito natural entre amigos. O tom tranquiliza e descarta qualquer “dívida”: “sério, está tudo bem”. Comum com sorriso e um aceno casual.

Repetir iiyo adiciona calor e insistência. É o equivalente verbal de acenar com as duas mãos e sorrir: “sério, está tudo bem!”. Esta é uma das respostas casuais mais naturais no japonês falado. Você vai ouvir o tempo todo em filmes e dramas japoneses, quando amigos descartam o agradecimento do outro. Veja nosso guia dos melhores filmes para aprender japonês para ouvir essas frases em contexto.


Respostas Educadas e Formais

Quando a situação pede mais do que um aceno casual, estas expressões mostram humildade e noção social.

とんでもないです (Tondemo nai desu)

Educado

/tohn-deh-moh nah-ee dehs/

Significado literal: É absurdo / É impensável

とんでもないです。お役に立てて光栄です。

De jeito nenhum. É uma honra poder ajudar.

🌍

Sugere que a própria ideia de merecer agradecimento é absurda. Um desvio forte, mas educado, usado em contextos semi-formais e próximos do ambiente de trabalho. Mais enfático do que só “iie”.

Tondemo nai significa literalmente “absurdo” ou “impensável”. É como dizer que a sugestão de que você merece agradecimento é absurda. Adicionar desu mantém a educação sem ficar formal demais. Isso fica no ponto certo entre o iie casual e o keigo muito formal. Por isso, é ideal no trabalho, com conhecidos e em qualquer contexto semi-formal em que você quer ser modesto sem soar engessado.

とんでもございません (Tondemo gozaimasen)

Muito formal

/tohn-deh-moh goh-zah-ee-mah-sehn/

Significado literal: É absolutamente impensável (humilde)

とんでもございません。当然のことでございます。

De jeito nenhum. É o natural (fazermos isso).

🌍

A versão em keigo (honorífica) de “tondemo nai desu”. Usada em atendimento de alto padrão, negócios formais e ao falar com clientes VIP. Concierges de hotel, funcionários de lojas de departamento e profissionais em ambientes formais usam com frequência.

Esta é a forma elevada em keigo. Ela aparece em ambientes corporativos formais, atendimento de alto padrão e interações com clientes importantes. Concierges de hotel, equipe de companhias aéreas e funcionários de lojas de departamento usam tondemo gozaimasen com frequência. Linguistas já debateram se essa forma é “correta” gramaticalmente. A forma tradicional seria tondemo nai koto de gozaimasu. Mas as diretrizes de 2007 da Agência de Assuntos Culturais aceitaram tondemo gozaimasen como uso padrão. Hoje, todo mundo reconhece.

お気になさらず (Oki ni nasarazu)

Formal

/oh-kee nee nah-sah-rah-zoo/

Significado literal: Por favor, não se preocupe

お気になさらず。お互い様ですから。

Por favor, não se preocupe com isso. A gente se ajuda.

🌍

Uma forma gentil e formal de dizer “não se preocupe com isso”. O honorífico “nasarazu” (por favor, não faça) mostra respeito ao ouvinte. Comum em e-mails de trabalho e no japonês falado educado.

Oki ni nasarazu usa linguagem honorífica. Nasarazu é a forma negativa respeitosa de nasaru, que significa “fazer”. Ela diz com educação para a outra pessoa não se preocupar. O tom é gentil e tranquilizador. Funciona bem tanto na fala quanto na escrita. Você vai ver muito em e-mails de trabalho quando um colega agradece por você resolver uma tarefa.


Respostas de Negócios e Keigo

Na cultura corporativa japonesa, a fronteira entre “obrigado” e “de nada” fica difusa. Ela vira um sistema de humildade mútua. Estas expressões refletem isso.

恐れ入ります (Osore irimasu)

Muito formal

/oh-soh-reh ee-ree-mahs/

Significado literal: Fico tomado por temor/reverência

恐れ入ります。今後ともよろしくお願いいたします。

Você é muito gentil. Espero mantermos nossa relação daqui para frente.

🌍

Uma das expressões mais interessantes do japonês de negócios. Ela pode funcionar como “obrigado”, “de nada” e “fico constrangido” ao mesmo tempo. O falante se coloca como alguém impactado pela gentileza do outro. Padrão em negócios formais, bancos e hospitalidade de alto padrão.

Osore irimasu talvez seja a expressão mais rica culturalmente desta lista. Literalmente, significa “estou cheio de temor e reverência”. Ela ocupa um espaço único no japonês. Funciona como “obrigado” e como “de nada”. Quando alguém agradece, responder com osore irimasu transmite algo como “eu que fico humilde com esta troca”. Essa humildade em duas direções é uma marca do japonês corporativo em keigo.

Você vai ouvir caixas de banco, funcionários de hotel e profissionais seniores usando osore irimasu quando os dois lados expressam gratidão. É a forma linguística da ideia japonesa de que toda troca social cria obrigação recíproca.

🌍 O Ciclo do Obrigado

Na cultura de negócios japonesa, expressões de gratidão muitas vezes criam um ciclo. A Pessoa A agradece a Pessoa B. A Pessoa B responde com um desvio humilde que também contém gratidão. A Pessoa A desvia de novo. Esse vai e volta pode continuar por várias falas, e isso é totalmente normal. O ciclo reforça laços sociais e respeito mútuo, e encerrar rápido demais pode soar rude.


Gratidão Mútua: Redirecionando o Agradecimento

こちらこそ (Kochira koso)

Educado

/koh-chee-rah koh-soh/

Significado literal: Eu é que (devo dizer isso) / Deste lado, é que

こちらこそ、今日はありがとうございました。楽しかったです。

Não, eu que agradeço por hoje. Foi muito legal.

🌍

Redireciona a gratidão de volta para quem agradeceu. “Kochira” significa “deste lado” (ou seja, eu), e “koso” é uma partícula enfática que significa “justamente/é que”. Cria uma troca de gratidão mútua que soa calorosa e recíproca.

Kochira koso é a arte elegante de devolver o agradecimento. Em vez de aceitar ou desviar, você redireciona totalmente: “não, eu que devo agradecer”. Isso cria a troca de gratidão mútua (otagai-sama, お互い様) que a cultura japonesa valoriza muito.

Você vai ouvir kochira koso o tempo todo no fim de refeições, reuniões e encontros sociais. Quando um anfitrião agradece por você ter ido, responder com Kochira koso, tanoshikatta desu (こちらこそ、楽しかったです, “não, eu que agradeço, foi muito bom”) é uma das coisas mais naturais e socialmente elegantes que você pode dizer em japonês.


Quando Usar Cada Resposta: Um Guia Prático

SituaçãoMelhor respostaPor quê
Um amigo agradece por um favor pequenoいいよいいよ (Iiyo iiyo)Quente, casual, descarta qualquer “dívida”
Um colega de classe ou colega próximo agradece全然 (Zenzen) or 大丈夫 (Daijōbu)Natural, relaxado, adequado à idade
Um desconhecido agradece por direçõesいいえ (Iie)Desvio educado, seguro em qualquer situação
Um colega agradece no trabalhoとんでもないです (Tondemo nai desu)Humilde, mas não formal demais
Um cliente ou superior expressa gratidãoとんでもございません (Tondemo gozaimasen)Keigo completo, mostra respeito adequado
Alguém agradece por uma experiência compartilhadaこちらこそ (Kochira koso)Redireciona o agradecimento, cria calor humano
Um parceiro de negócios agradece formalmente恐れ入ります (Osore irimasu)Máxima humildade, cortesia recíproca de negócios
Você recebe agradecimento em um e-mail formalお気になさらず (Oki ni nasarazu)Adequado para escrita, formal com gentileza

A Cultura Por Trás do Desvio

Entender por que japoneses evitam dizer “de nada” de forma direta é tão importante quanto conhecer as frases.

🌍 Por que Japoneses Desviam Agradecimentos

Em culturas de língua portuguesa (Brasil), “de nada” aceita a gratidão com naturalidade. Na cultura japonesa, essa franqueza pode soar como autoelogio. A lógica por trás disso vem de kenkyo (謙虚, modéstia), um dos traços sociais mais valorizados no Japão.

Ao responder com “não, não” (iie), “de jeito nenhum” (tondemo nai), ou “eu que devo agradecer” (kochira koso), o falante faz duas coisas: reduz o próprio status (humildade) e eleva o da outra pessoa (respeito). Esse movimento duplo é o motor da harmonia social japonesa (wa, 和).

A pesquisa de pragmática intercultural de Wierzbicka confirma que japoneses costumam enquadrar respostas a agradecimentos como negação ou redirecionamento. Já falantes de inglês tendem a enquadrar como aceitação. Nenhum é mais sincero. Eles refletem prioridades culturais diferentes sobre como manter laços sociais.

Por isso, estudar “de nada” em japonês ensina algo mais profundo do que vocabulário. Você vê um estilo de comunicação em que a modéstia é ativa. Ela é uma habilidade social deliberada que cria confiança e conexão. Para quem visita o Japão, dominar até um simples iie, iie com um aceno gentil já rende uma recepção calorosa de falantes nativos.


Pratique com Conteúdo Japonês Real

Ler sobre esses padrões de desvio dá conhecimento. Mas ouvir em conversas reais, com entonação, timing e linguagem corporal, é o que torna isso automático. Dramas e filmes japoneses são perfeitos para isso. Personagens lidam o tempo todo com trocas de agradecimento em vários níveis de formalidade. Vai de brincadeira entre amigos até cenas corporativas cheias de keigo.

Wordy permite assistir a filmes e séries japonesas com legendas interativas. Toque em qualquer expressão para ver significado, pronúncia em rōmaji, nível de formalidade e contexto cultural em tempo real. Em vez de decorar respostas de uma lista, você absorve em conversas autênticas com falantes nativos.

Para mais conteúdo em japonês, explore nosso blog com guias como os melhores filmes para aprender japonês. Você também pode visitar nossa página de aprendizado de japonês para começar a praticar com conteúdo real hoje.

Perguntas frequentes

Qual é a forma mais comum de dizer de nada em japonês?
Embora "Dō itashimashite" (どういたしまして) seja a resposta de livro, muitos japoneses preferem respostas que desviam o agradecimento, como "Iie" (いいえ, "não, de jeito nenhum") ou "Tondemo nai desu" (とんでもないです, "de forma alguma"). Elas negam com humildade que o favor tenha dado trabalho, o que combina com a modéstia japonesa.
Por que os japoneses não dizem "Dō itashimashite" com tanta frequência?
"Dō itashimashite" (どういたしまして) pode soar formal demais ou até meio rígido em conversas casuais. Além disso, a cultura japonesa valoriza a humildade, então aceitar o agradecimento diretamente pode parecer exibido. Por isso, é comum responder algo como "não, não" ou "não foi nada".
O que significa "Kochira koso" em japonês?
"Kochira koso" (こちらこそ) significa algo como "eu que digo" ou "igualmente". A ideia é devolver a gratidão para a outra pessoa, criando uma troca mútua. Por exemplo, se alguém agradece o jantar, você pode dizer "Kochira koso, tanoshikatta desu" (こちらこそ、楽しかったです), ou seja, "eu que agradeço, foi muito bom".
Como dizer de nada em um ambiente de negócios no Japão?
Em contextos formais, use "Tondemo gozaimasen" (とんでもございません, "de forma alguma"), "Okimochi dake de" (お気持ちだけで, "só a intenção já basta") ou "Okyaku-sama no tame desu kara" (お客様のためですから, "porque é para o cliente"). "Osore irimasu" (恐れ入ります) também pode funcionar como "obrigado" e "de nada" no japonês corporativo.
Qual é o jeito informal de dizer de nada em japonês?
Entre amigos, opções informais incluem "Iiyo iiyo" (いいよいいよ, "tá tudo bem"), "Zenzen" (全然, "de jeito nenhum"), "Daijōbu" (大丈夫, "sem problema") ou "Un" (うん, "sim" ou "claro"). Jovens também usam "Zenzen zenzen" com um aceno de mão para dar mais ênfase.

Fontes e referências

  1. Agency for Cultural Affairs, Japan (文化庁), Pesquisa Nacional sobre Normas de Polidez (2023)
  2. The Japan Foundation (国際交流基金), Relatório de pesquisa sobre o ensino de japonês no exterior (2021)
  3. Ethnologue: Languages of the World, verbete sobre a língua japonesa (2024)
  4. Wierzbicka, A. (2003). "Cross-Cultural Pragmatics: The Semantics of Human Interaction." Mouton de Gruyter.

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